Ouça ou leia. Espero que você goste desse artigo Conheça os psicólogos que atendem em São Paulo e os psicólogos online por videochamada. Autor: Katia Cristina Brito - Psicólogo CRP 06/112126
A esquizofrenia é uma doença crônica, ou seja, não tem cura e é progressiva. Envolve situações reais com situações imaginárias, gerando confusão na forma de pensar e agir do individuo portador da esquizofrenia.
Geralmente o gatilho para a descoberta da doença, que é sempre diagnosticada por um médico psiquiatra, começa pela chamada “crise de psicose”.
Essas crises podem ser manifestadas através de ações inesperadas, pois o esquizofrênico não entende bem o que está sentindo por isso ele não fala e quando acontece a crise é por meio de ações violentas ou mesmo crises de choro, resultado dos sintomas diversos como delírios ou alucinações.
As pessoas entendem que o esquizofrênico sofre devido aos frutos de sua imaginação ou crenças dele, mas de diferente modo pensa o próprio esquizofrênico, na cabeça dele tudo o que ele ouve ou vê é muito real.
A teoria que a esquizofrenia é uma doença cerebral há algum tempo atrás não podia ser provada, mas com o avanço da medicina, conseguiu-se provar que ao ter alucinações partes do cérebro são acionadas, sendo assim os surtos de perseguição ou ouvir vozes não é apenas fruto da imaginação e sim alguma alteração genética.
O psicólogo e o tratamento
É muito provável que o paciente com esquizofrenia tenha que fazer tratamento durante toda a vida, mas isso vai depender da avaliação do médico do paciente.
Contudo, tem-se observado que através do tratamento constante o paciente pode ter uma vida de boa qualidade. O papel do psicólogo no tratamento da esquizofrenia é indispensável.
O psicólogo entra com a função de agregar valores sociais ao portador da esquizofrenia, porque devido ao medo e preconceito que surge na sociedade com relação ao portador ele fica inibido a estar em ambientes sociais.
A terapia ajuda também a ser independente e como lidar com o outro, normalmente é feita em grupos de pessoas que também tenham esquizofrenia para que aprendam interagir entre si e se preparem para agir com pessoas na sociedade e aprender a lidar com as situações da vida.
Outra parte do tratamento psicológico é a orientação familiar. A família precisa entender sobre a doença para que consigam conviver com o paciente e controlar o estresse causado pela doença.
Além do tratamento psicológico, é indispensável acompanhamento médico de um psiquiatra para avaliar o uso da medicação para inibir os efeitos mais graves da doença que o impedem de conviver com outras pessoas.
Outros artigos com Tags semelhantes:
- Síndrome do Impostor: o que é e como identificar
Saiba mais sobre a Síndrome do Impostor e veja como esse distúrbio pode ser identificado e tratado adequadamente. Um estudo realizado em 1978 pelas psicólogas norte-americanas Pauline Clance e [...]
- 10 tipos de transtornos de personalidade
Transtornos de personalidade são condições que levantam diversas dúvidas e costumam despertar a curiosidade de quem encontra representações na mídia. Alguns são muito conhecidos, como o transtorno de personalidade [...]
- Ciclotimia: o que é, sintomas e tratamentos!
Você já ouviu falar sobre a ciclotimia ou transtorno ciclotímico? Essa é uma condição que afeta entre 0,4% e 1% da população mundial. Apesar da baixa ocorrência, é importante [...]
Autor: psicologa Katia Cristina Brito - CRP 06/112126Formação: A psicóloga Katia é graduada há 15 anos, é especialista na abordagem psicanalítica e conta com diversos cursos de extensão para a contribuição do desenvolvimento humano. Utiliza-se da psicologia como ciência – com enfoque psicanalítico – e mecanismo facilitador para alcançar objetivos e metas...